Haverhill, Massachusetts, EUA -Visitas guiadas ao Museu da Impressão, em Haverhill, Massachusetts, começam, naturalmente, com Johannes Gutenberg. Uma réplica da Bíblia do século XV do inventor alemão está aberta para consulta entre exposições de mais de uma centena de outros Bons Livros—quase todos coletados pelo presidente do museu, Frank Romano. Há uma em Braille, outras em “Fala Pirata” e taquigrafia fonética, junto com uma folha emoldurada da Bíblia Eliot Indiana, a primeira traduzida para uma língua indígena americana, impressa em Harvard em meados de 1600. Ele ainda tem o desejo de preencher lacunas em sua coleção e, no final, quer uma cópia de cada Bíblia impressa em inglês.
Não que ele precise de mais coisas. O museu de Romano, que já tem quase 50 anos, é mantido por voluntários e fica em um prédio discreto de 30.000 pés quadrados, abrigando, conservadoramente, perto de dois milhões de itens. Isso inclui outros 11.000 livros, prensas tipográficas antigas, litografia em pedra e equipamentos de impressão offset e fotocomposição, máquinas de escrever e uma máquina Xerox original. “Cada método diferente de impressão está aqui”, diz Romano — incluindo uma das apenas 50 máquinas de linotipo funcionais no país. Essa invenção revolucionária, introduzida nos anos 1880, monta mecanicamente uma linha de tipos de metal, fazendo o trabalho de vários tipógrafos manuais. Esse conjunto reflete a missão do museu: preservar e mostrar o desenvolvimento técnico das artes gráficas modernas na América, com foco em impressão e tipografia desde Gutenberg até Steve Jobs. “Queremos que as pessoas percebam a importância da história”, diz Romano, “porque a tecnologia do material impresso muda tudo.”
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