Na Harvard Business Review, Gretchen Gavett escreve que "muitas vezes a IA é anunciada como uma maneira de lidar com trabalhos ocupados para liberar as pessoas para tarefas que importam. Mas na corrida para adicionar automação a praticamente todos os empregos, é raro que as pessoas questionem o que, exatamente, as pessoas estão sendo liberadas, e quais tarefas realmente importam. Esta entrevista com a socióloga Allison J. Pugh explora o que ela chama de âtrabalho conectivoâ, por que está ameaçado pela automação, quem será mais afetado e o que perderemos como seres humanos se isso desaparecer."
Este artigo está por trás do firewall da HBR, mas fornece insights interessantes sobre as consequências não intencionais da automação, especialmente a automação habilitada por IA, no local de trabalho. A conclusão final do artigo é que "O futuro ideal é aquele em que acolhemos a IA e o desenvolvimento tecnológico em todos os tipos de domínios, desde a invenção de novos antibióticos até a decodificação da comunicação dos cachalotes e a previsão de terremotos. Mas nesse futuro, a isolamos da conexão humana, aplicando um "critério de conexão" à sua implementação. No momento, nosso ambiente não regulamentado significa que a IA está sendo vendida como uma ferramenta apropriada para automatizar professores, médicos, terapeutas, advogados e uma série de outras profissões conectivas. Quando estamos inventando um novo martelo, precisamos nos lembrar de que nem tudo é um prego."
Aqui está o link para o artigo completo em HBR.ORG"."
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